Cinema a R$ 12 até 4/11: monte o roteiro com jantar
O 1º Festival do Cinema Brasileiro vai de 29 de outubro a 4 de novembro de 2026, com ingressos a R$ 12 mais taxas para filmes nacionais em cartaz. É a deixa…

O que é o festival e quando acontece

De 29 de outubro a 4 de novembro de 2026, salas de cinema de todo o país vendem ingressos a R$ 12 para filmes brasileiros em cartaz. É a primeira edição do Festival do Cinema Brasileiro, organizado pela FENEEC (Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas) em parceria com a ABRAPLEX, as mesmas entidades que fazem a Semana do Cinema. A promoção vale para salas convencionais e depende da programação de cada rede.

Regras para não ter surpresa na bilheteria

  • Taxas: a Ingresso.com informa que os R$ 12 não incluem taxas de serviço, então o valor final pode ser maior na compra online.
  • Redes: Cinemark, Cinépolis, UCI, Cinesystem e Kinoplex aparecem entre as participantes, segundo a cobertura consultada. Confirme se o cinema da sua cidade aderiu.
  • Salas especiais: na Cinemark, salas regulares e XD custam R$ 12, e as VIP custam R$ 24. As unidades Cidade Jardim (SP) e Village Mall (RJ) ficaram de fora.
  • Compra presencial: em Goiânia, a promoção vale só para compras no balcão. Em outras cidades a regra pode ser diferente, então vale checar no site ou no aplicativo da rede.
  • Combos: as redes têm ofertas próprias de pipoca e bebida, que variam por cidade. Não são parte do festival.

Filmes em cartaz

  • 100 Dias: estreia em 29/10. Conta a travessia a remo do Atlântico Sul feita por Amyr Klink.
  • As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você: estreia em 29/10. Uma mulher recebe dez cartas com desafios para superar o luto pela melhor amiga.
  • Se Eu Fosse Você 3: em cartaz. Vinte anos depois da última troca de corpos, a família de Cláudio e Helena enfrenta um novo desafio.
  • Minha Melhor Amiga: em cartaz. Duas amigas de 50 anos viajam à Europa enquanto as filhas estão em intercâmbio em Portugal.
  • Um Tio Quase Perfeito 3 e Galinha Pintadinha também aparecem entre os títulos citados. A disponibilidade varia conforme o cinema.

Não há uma programação oficial única do festival nas fontes consultadas. Os horários devem ser conferidos no site ou no aplicativo da rede.

Trailer

O trailer oficial de 100 Dias, publicado pelo canal da Ingresso.com:

Como montar o roteiro de cinema com refeição

Com o ingresso barato, o gasto que sobra pode ir para uma boa refeição. Um roteiro simples funciona em qualquer cidade:

  1. Escolha o filme e a sessão primeiro. Os horários mandam no resto do passeio. Prefira sessões de início de noite se quiser jantar depois com calma.
  2. Compre com antecedência. Nas estreias de 29/10, o fim de semana de 31/10 a 1º/11 tende a ter mais procura. Chegue cedo para escolher o assento.
  3. Escolha o restaurante perto do cinema. Cinema em shopping costuma ter praça de alimentação. Fora dele, procure um restaurante no caminho de volta, para não depender de transporte.
  4. Reserve mesa. Em dias de festival o movimento sobe. Ligar ou reservar antes evita fila depois da sessão.
  5. Combine o horário. Jantar antes dá tempo de conversar e de chegar sem pressa. Jantar depois permite comentar o filme.

Para quem está hospedado ou viajando

O festival também serve de passeio para quem está fora de casa. Pergunte na recepção do hotel ou do hostel qual cinema é mais próximo e como chegar, e se há restaurante a pé na região. Se o seu roteiro passa por uma cidade com cinema participante, a sessão a R$ 12 é uma opção de lazer de baixo custo no fim do dia, principalmente em dia de chuva.

Perguntas frequentes

Os R$ 12 valem para qualquer filme?

Não. Valem para filmes brasileiros em cartaz, em salas convencionais, conforme a programação de cada rede.

O valor final será R$ 12?

Na compra online podem entrar taxas de serviço, segundo a Ingresso.com. No balcão, confirme com a rede.

Salas VIP entram?

Na Cinemark, a sala VIP custa R$ 24 durante o festival. Outras redes podem ter regras próprias.

Até quando vale?

De 29 de outubro a 4 de novembro de 2026.

Fontes

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